Aquele friozinho atraente, benfazejo, dotado de uma liberdade poética irreparável.
É a oportunidade que os soteropolitanos têm de inaugurar suas roupas de inverno, compradas à custo de pura vaidade. Já que nessa terra o fenômeno "inverno" não existe.
Para mim, é a oportunidade de perceber que existem sensações mais constantes e tangíveis, do que o próprio frio em si. Porque no inverno sou tomada de uma disparidade ímpar!
Passiva na linguagem cognitiva e ativa em coloquialismos.
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