Por vezes sinto vontade de rasgar-me o peito, de partir-me o crânio, ao ver de quão pouco somos capazes uns em relação aos outros.
Sim, é claro para mim, meu querido, é claro e cada vez mais claro que é pouca coisa, bem pouca coisa a existência de uma criatura. Tenho tanta coisa e a lembrança dele tudo devora! Eu tenho tanta coisa e sem ela tudo se reduz a nada.
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