Preciso gritar, despejar, desabafar, bater, esbravejar de alguma maneira. Necessito de um entendimento mútuo acerca de uma série de situações que andam ocorrendo na minha vida. Vejo nitidamente um mundo a parte das circunstâncias, honroso em me isolar e, no final, acabo guardando tudo pra mim, sempre, sempre, sempre, sempre...
Tenho os meus limites. Para alguns, eles são inexistentes; para outros, imaginários; para mim: desconhecidos. Mas eu sei que existem e, acima de tudo, sei que estão mais próximos do que eu mesma poderia desejar que estivessem.
Acredite quando eu digo que estou a ponto de um surto e crente que isso deva ser recebido da maneira mais natural possível, porque no final tem que ser assim mesmo: devo enlouquecer de vez em quando, pra não enlouquecer de vez.
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