- Você me procura? — perguntei.
- Procuro no meu pensamento, procuro do meu lado, na minha frente, nas ruas, no tempo, na minha cama, no ar, no cheiro...
Eu te procuro muito.
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Não poderias saber nada de mais absoluto sobre ela, a não ser ela própria. Que a maneira mais absoluta de aceitar alguém ou alguma coisa seria justamente não falar, não perguntar - mas ver. Em silêncio.
Tenho aprendido tanto contigo.
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