quarta-feira, agosto 27, 2008

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É quase como um câncer em estado de metástase essa coisa de amizade, compromisso, dedicação...

Eu já me sinto bastante doente pra me dar ao luxo de pequena explosões, por ínfimas coisas. Não vou fazer isso, vou guardar - como sempre fiz - e esperar calmamente, bonita e reflexiva, porque convém aos sábios dosar muito bem seus momentos de desespero, afim de não demonstrar fraqueza.

Quem sabe amanhã ou daqui há um ano, aquela velha e mal pensada combustão surja, com os créditos que lhe são devidos. Meu bom e velho comodismo me permite isso. Eu posso fazer o que bem quiser e melhor! Posso não fazer também e te matar de raiva, pouco me importa.

Fique puto(a), fique nada. Metástase não tem volta, meu querido. É terminal, corrói, te come e não bota pra fora. Assim como eu.

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