Para 31 de Outubro de 2008, com carinho e afeto irremediáveis...
Mediante o breve momento em que eu pude sentir-me completa, vi e ouvi tais palavras rodearem os meus pensamentos incontáveis vezes e, com certa precisão fez morada.
Às vezes não posso compreender como um outro pode amá-la, permite-se amá-la, ousa amá-la, quando eu a amo de maneira única, tão profunda, tão plena; quando nada conheço, nada sei, nada tenho senão ela! E me sinto feliz com toda a completude de egoísmos que me é permitida.
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