segunda-feira, novembro 17, 2008

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Me rodeia um vazio imenso, uma extrema e desesperadora necessidade de ser preenchida. Esse amor, essa fidelidade, essa paixão não é, pois, uma ficção-poética-juvenil. Ela vive, ela existe, e em seu estado mais puro, entre a classe de homens que denominamos incultos e nos parecem tão brutos às vezes. E nós somos instruídos...instruídos pra nada!

Me enxergo perdida, divagando e debandando por caminhos tortuosos. Eu não tenho rumo, não possuo norte, meu destino é mistério pueril e eu, sou tão quanto. Não me revelo, não permito que minhas muralhas sejam ultrapassadas. É por trás delas que me sinto protegida e minha felicidade regrada. Eu só sou uma criança infeliz e não sei o que faço. Não sei mais se eu sigo, tão pouco sei se eu paro. Mas sei que te amo, demais.

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